Guia prático para lidar com a variante Ômicron.

Muitas coisas mudaram desde o início da pandemia de Covid-19. Conforme a chegada de novas variantes, os sintomas foram se alterando e a forma de enfrentamento também teve de se adaptar. Por isso, preparamos um guia rápido com as principais questões sobre a variante Ômicron.


1) APÓS QUANTOS DIAS DE SER INFECTADO EU DEVO APRESENTAR SINTOMAS?

O tempo de incubação da variante Ômicron é de dois ou três dias, em média. Isso significa que após, ter contato com uma pessoa infectada pela variante, o paciente deverá apresentar sintomas em até 72 horas. Mas isso pode variar ligeiramente em alguns casos, devido à presença de comorbidades, grau de imunidade, carga viral a que foi exposto, entre outros fatores.


2) FUI CONTAMINADO. QUAL É O PERÍODO INDICADO DE ISOLAMENTO?

As recomendações atuais (fevereiro de 2022) do Ministério da Saúde contemplam 3 cenários nessa nova fase da pandemia, com isolamento contado sempre a partir do início dos sintomas (se houver) ou do teste positivo:


Isolamento de 5 dias

Quem não estiver com sintomas respiratórios, nem febre há pelo menos 24 horas (sem tomar remédios antitérmicos para baixá-la); Testar negativo com exame de PCR ou antígeno. Mesmo se a pessoa testar negativo, é indicado continuar adotando medidas protetivas, como evitar contato com outras pessoas e usar máscara.


Isolamento de 7 dias

É possível sair do isolamento sem teste se o paciente não estiver com sintomas respiratórios, nem febre por pelo menos 24 horas; não tiver tomado remédio antitérmico há pelo menos 24 horas. Neste caso, não é necessário fazer teste para comprovar o negativo. Caso a pessoa teste negativo no sétimo dia, pode sair do isolamento, desde que o exame seja de PCR ou antígeno e desde que aguarde 24 horas sem sintomas respiratórios ou febre e sem uso de antitérmico.


Isolamento de 10 dias

Se o teste der positivo no quinto ou no sétimo dia, a pessoa deve manter o isolamento até o décimo dia. Para sair da quarentena no décimo dia, é necessário estar sem sintomas respiratórios e sem febre por pelo menos 24 horas e não ter utilizado antitérmico por pelo menos 24 horas.


Um estudo realizado pela Plataforma Científica Pasteur-USP (PCPU) e publicado na revista Frontiers in Medicine acompanhando 38 pacientes com Covid, mostrou que cerca de 8% dos infectados pelo SARS-COV-2 podem apresentar capacidade de transmissão do vírus por mais de dois meses, sem necessariamente apresentar qualquer sintoma durante a fase final da infecção. Por isso, o uso de máscaras continua sendo de vital importância.


3) TIVE CONTATO COM ALGUÉM POSITIVADO. DEVO FAZER QUARENTENA?

Para o CDC (Centro de Controle de Doenças americano), quem está com seu esquema vacinal completo, considerando também as doses adicionais, está liberado da quarentena, caso tenha tido contato com alguém infectado. No Brasil, o Ministério da Saúde não publicou uma orientação específica sobre isso.


Contudo, como forma de prevenção e combate à disseminação do vírus, é recomendável evitar o contato social durante alguns dias por precaução, observação do aparecimento de sintomas, testagem (se possível) e uso de máscaras PFF2/N95 ou cirúrgicas, conforme se tem adotado desde o início;


4) COMO SABER SE ESTOU COM COVID OU GRIPE?

A gripe costuma iniciar com dor de garganta, seguida de febre, cansaço e mal-estar já no começo da manifestação. Já a Covid se manifesta de forma mais lenta. Os sintomas mais comuns entre os infectados pela Ômicron são febre, coriza, dor de garganta e dor no corpo, nada semelhantes à perda de paladar, de olfato e tosse seca, comuns às outras variantes.


Uma vez que os sintomas de ambas as doenças são muitos semelhantes, a única forma de ter certeza é a realização de exame na janela adequada de aplicação. O LabKosop realiza os exames PCR e Antígeno para Covid, assim como o exame de Painel Respiratório, que também testa para a gripe (incluindo a cepa H3N2).


5) AS VACINAS SÃO EFICAZES CONTRA A ÔMICRON?

Sim, as vacinas são muito eficientes para reduzir as chances de alguém contaminado com a Ômicron desenvolver sintomas graves. As equipes médicas responsáveis pelas UTIs exclusivas para Covid no Brasil têm observado que até 90% dos pacientes internados são pessoas não vacinadas. Por isso, é altamente recomendável à população completar o esquema vacinal e tomar a dose de reforço.


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