A importância da vitamina D para o organismo.

Você provavelmente já ouviu alguém falar que tomar sol faz bem para os ossos, mas afinal qual é a relação da exposição solar com a saúde óssea? A resposta para essa questão é a vitamina D, um nutriente lipossolúvel considerado como hormônio por alguns cientistas e estudiosos visto que é capaz de ser sintetizado pelo corpo.


A vitamina D aumenta a absorção de cálcio e fósforo - minerais essenciais para o fortalecimento dos ossos e articulações - no intestino. Por isso, os sintomas que podem indicar a carência da vitamina são fraqueza e dor nos ossos e músculos e sensação de fadiga. Logo, ela acaba sendo importante na prevenção de doenças relacionadas à saúde óssea, como a osteoporose.


Além disso, existem estudos mostrando a relação da vitamina D com a diminuição no crescimento de células cancerígenas e controle de infecções. Porém, não existem evidências de que a vitamina D auxilia na prevenção ou tratamento contra a covid-19, os estudos feitos acerca desse caso se mostraram inconclusivos.


PRINCIPAIS FONTES DE VITAMINA D

Através de uma dieta alimentar composta por peixes e frutos do mar, bife de fígado, cogumelos, ovos e produtos fortificados é possível suprir de 10% a 20% da necessidade de vitamina D no organismo, os outros 80% a 90% só podem ser alcançados através da exposição aos raios solares. É importante ressaltar que essa exposição deve ser feita com cuidado pois a radiação que produz essa vitamina é a mesma que causa o câncer de pele.


Recomenda-se que o banho de sol seja feito pelo menos 3 vezes por semana na região dos braços e pernas, apenas essas áreas devem estar sem protetor solar. A duração varia de acordo com a cor da pele, pessoas brancas devem se expor no máximo 20 minutos e pessoas negras até uma hora, pois quanto maior o nível de melanina, maior a dificuldade da pele em absorver os raios UV. Além disso, a maioria desses raios são filtrados por vidraças, por isso o ideal é que a exposição solar seja feita de forma direta.


O sol do início da manhã e do final da tarde produz menos vitamina D do que no horário de pico das 12h às 15h, porém os dermatologistas alertam que esse horário específico é um fator de risco para o câncer de pele. Por isso, o horário deve ser escolhido com sabedoria.


VITAMINA D NA QUARENTENA: É NECESSÁRIO SUPLEMENTAR?

Apesar das pessoas estarem mais dentro de casa em tempos de quarentena, e consequentemente apanhando menos sol na sua rotina, não há motivo para correr na farmácia buscando suplementos de vitamina D. A suplementação sem necessidade pode provocar um excesso da vitamina que leva ao aumento de cálcio no corpo, causando a calcificação de artérias e lesão nos rins.


É recomendado que o uso de suplemento seja feito apenas por quem apresenta a deficiência da vitamina, que deve ser comprovada através de exames de dosagem realizados quando há sintomas de descalcificação óssea (dor e fraqueza muscular) ou em check-ups de rotina. Se necessário, será receitada uma dosagem ideal diária ou semanal de acordo com o seu caso em específico.


DIAGNÓSTICO

O exame utilizado para diagnóstico é o hidroxivitamina D feito através da retirada de uma pequena quantidade de sangue. Os níveis suficientes de vitamina D são maiores que 20 ng/mL para pessoas abaixo dos 60 anos e entre 30 e 60 ng/mL para quem possui mais de 60 anos ou está no grupo de risco (gestantes e lactantes, pacientes bariátricos ou com doenças ósseas). Acima de 100 ng/mL é considerado que há risco de toxicidade.


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